\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
Polícia indonésia entra em choque com manifestantes
anti-EUA JACARTA (Reuters) - A polícia da Indonésia deu disparos de advertência e lançou jatos d'água e gás lacrimogêneo para dispersar cerca de 400 manifestantes que protestavam junto à embaixada norte-americana em Jacarta na terça-feira, em um sinal de que as autoridades vão agir com dureza para evitar manifestações contra os EUA. A polícia começou a agir quando a multidão começou a investir contra a barreira de arame farpado colocada em frente à embaixada. Testemunhas disseram que dois policiais e um manifestante ficaram feridos por pedras. Em Surabaya e Makassar, ativistas queimaram fotos do presidente George W. Bush em frente aos consulados norte-americanos. A Indonésia é o maior país islâmico do mundo. "Longa vida a Osama (bin Laden)! A América é a terrorista! Deus é grande!", gritava o grupo em frente à embaixada. A polícia atirou para o alto, mas disse que não pretendeu acertar. A multidão chegou a ensaiar uma marcha em direção ao palácio presidencial, que foi dispersada. No meio da tarde, cerca de 300 pessoas voltaram a se reunir pacificamente em frente à embaixada, que está fechada. A organização Frente dos Defensores Islâmicos, uma organização pequena, mas barulhenta, deu prazo até quinta-feira para que a presidente Megawati Sukarnoputri rompa relações diplomáticas com os EUA. Se isso não acontecer, o grupo ameaça expulsar todos os estrangeiros e destruir seus bens. Analistas acham que a ameaça não vai se cumprir, pois a polícia prometeu agir com dureza e a maioria dos indonésios não compartilha dessa reação violenta. Cuidadosa para não desagradar o eleitorado nem afastar os investimentos ocidentais, Megawati não fez declarações sobre os ataques. A principal organização islâmica do país, Nahdlatul Ulama, recomendou a seus 40 milhões de seguidores que não agridam estrangeiros, mas pediu ao governo uma posição mais dura contra os bombardeios. |